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Conheça mais 5 histórias sinistras de pessoas que já conviveram com mortos

Nós do Mega Curioso já postamos uma matéria por aqui contando alguns casos macabros de pessoas que simplesmente não conseguiram ou se recusaram a se separar de seus entes queridos falecidos — e você pode conferir o artigo completo através deste link.

No entanto, recentemente nos deparamos com mais uma lista de histórias semelhantes em uma publicação de Geordie Mcelroy, do portal ListVerse, e decidimos selecionar 5 das mais sinistras para você conferir. Veja a seguir:

1 – Ritual adiado

Gerald Gavan era um veterano da Segunda Guerra Mundial de 88 anos que vivia com a esposa, Ila Solomon, em Indiana, nos EUA, até que alguns amigos perceberam que ele andava meio sumido. Durante meses, quando telefonavam para saber como Gerald estava, os conhecidos se depararam com desculpas esfarrapadas de Ila de que ele estava na Flórida jogando golfe ou que havia viajado para o Grand Canyon, por exemplo. Um idoso. De 88 anos. Sozinho.

Ila Solomon, de 55 anos, esposa de Gerald Gavan

Desconfiado das histórias de Ila, um dos amigos de Gerald resolveu contatar a polícia e pedir que eles dessem uma checada na situação. Foi então que os oficiais descobriram o corpo do coitado em avançado estado de decomposição na sala de casa. Ila admitiu que Gerald tinha morrido em decorrência de um derrame e que ela não havia avisado ninguém porque queria cumprir o último desejo do marido de ter um “sepultamento celestial”.

Esse sepultamento, caso você não esteja familiarizado com o termo, consiste em um ritual típico do Tibete onde os mortos são levados ao topo de montanhas para serem devorados por abutres. Ila pretendia fazer isso da sala de casa, mas acabou sendo acusada por crimes como ocultação de cadáver, roubo e fraude previdenciária — já que Gerald estava morto havia pelo menos nove meses e, nesse tempo todo, Ila continuou recebendo a pensão do marido.

2 – Negando a realidade

Não é raro ver pais que perderam um filho ficarem enlouquecidos, e foi isso o que ocorreu com o casal de norte-americanos Bruce e Shrell Hopkins. Os dois viviam na Espanha com os três filhos, até que uma tragédia abalou a família: o caçula, Caleb, de 7 anos, sofria de asma e não acordou uma das manhãs. Mas, em vez de tomar as devidas providências, Bruce e Shrell surtaram e continuaram convivendo com o menino morto como se nada tivesse acontecido.

Apartamento onde os pais inconformados conviviam com o filho caçula morto

O pior é que os outros filhos do casal, de 12 e 14 anos de idade, se viram presos a essa situação macabra. Segundo as autoridades, embora a condição de saúde de Caleb fosse séria, os pais se recusavam a levá-lo ao hospital por não acreditarem na medicina convencional. E quando o pior aconteceu, Bruce e Shrell simplesmente se negaram a aceitar a morte do menino. Os pais foram acusados de homicídio culposo e perderam a guarda dos demais filhos.

3 – Apego familiar

Na verdade, não são só os pais que enlouquecem com a morte dos filhos. Algumas pessoas realmente têm grandes dificuldades em aceitar o falecimento de entes queridos, como Jean Stevens, uma senhorinha da Pensilvânia que, em 2010, foi descoberta convivendo com o cadáver de sua irmã gêmea, que havia falecido no ano anterior, e com o marido morto há mais de 10 anos.

Jean se sentia feliz por poder estar na companhia de seus entes queridos

As autoridades descobriram que Jean — na época, com 91 anos — aplicava maquiagem no rosto da irmã morta todos os dias e a vestia com suas melhores roupas. Já o marido era mantido em um sofá na garagem, com terno escuro, camisa branca e gravata azul. A idosa, inconformada com a morte dos dois, desenterrou seus corpos e os levou para casa, e contou que se sentia reconfortada em poder tocar, estar e conversar com eles quando quisesse.

4 – Ligado na TV

Imagine o espanto se, um dia, você olhasse pela janela de um vizinho e o visse assistindo à TV ao lado de um esqueleto humano. Esse foi o choque que os moradores de um bairro de Stafford, na Inglaterra, tiveram ao avistar Timothy Brown, um britânico de 59 anos, vendo seu programa favorito em companhia do esqueleto do pai, Kenneth, de 94 anos — sentado em sua poltrona favorita e vestido com seu pijaminha e tal.

Residência onde Tim Brown foi visto assistindo televisão na companhia do esqueleto do pai

Segundo Tim, o pai teria morrido depois de sofrer uma queda durante um início de incêndio na residência. Em um primeiro momento, o idoso não pareceu ter se ferido muito, mas, no dia seguinte, quando o filho foi ver como Kenneth estava, ele já estava morto. Tim deve ter ficado com medo de avisar as autoridades, e o tempo foi passando, passando... até que a  situação foi comunicada pela vizinhança que viu o filho de boas com o esqueleto.

5 – Norman Bates ucraniano

Na matéria anterior sobre pessoas que já conviveram com mortos, nós comentamos a respeito de um (Norman Bates) argentino que foi encontrado junto ao corpo completamente mumificado da mãe — que teria falecido de causas naturais 10 anos antes, embora ele dissesse a todos que a mulher continuava vivinha. Pois, por mais estranho que esse tipo de caso pareça, algo semelhante se repetiu na Ucrânia no ano passado.

Cena realmente macabra

O caso aconteceu em Kiev, e foi descoberto depois que vizinhos de um edifício de reclamaram de um vazamento em dos apartamentos. As autoridades chegaram ao local e tiveram que arrombar a porta da unidade para entrar — e foi então que eles encontraram um homem de 46 anos enforcado e também o cadáver mumificado de sua mãe, que havia falecido pelo menos cinco anos antes.

Segundo os vizinhos, o homem era extremamente discreto e solitário, e todos estranharam um pouco quando a mãe dele sumiu de repente. Os moradores chegaram a indagar sobre o paradeiro da mulher, mas o cara primeiro disse que ela havia se mudado para o interior e, depois, para outro país. Os investigadores não encontraram sinais de violência no corpo da mulher, então tudo parece indicar que se trata de um caso parecido com o que aconteceu na Argentina.