Você já tinha visto a criatura da imagem acima? Esse ser bizarro, que mais parece uma versão em miniatura de um alienígena, foi encontrado há 10 anos no deserto do Atacama, no Chile, e desde então se tornou o objeto de estudos e muita especulação. Com menos de 15 centímetros de comprimento, o corpo sempre gerou muita curiosidade, e as opiniões com respeito à sua origem se dividiam entre extraterrestre, humanoide e até animal.

Fonte da imagem: Reprodução/History Channel

No entanto, de acordo com o site infobae, um grupo de pesquisadores parece ter desvendado o mistério envolvendo o suposto etezinho. Depois de ser avaliado por pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA, e de passar por exames em Barcelona, na Espanha, a equipe concluiu que se trata de um cadáver humano. Confira mais imagens desta curiosa criatura no vídeo abaixo:

Ata

Conhecido pelo nome de “Humanoide de Atacama” — ou simplesmente Ata —, o ser foi descrito como uma interessante mutação, e teria vivido entre 6 e 8 anos. Além disso, o cadáver apresenta uma dentição resistente, crânio ovalado com uma visível protuberância e era do sexo feminino. Outra característica interessante é o fato de contar com 10 costelas em vez de 12, como ocorre nos humanos normais.

Fonte da imagem: Reprodução/Sirius Disclosure

Os cientistas explicaram que a possibilidade de que o humanoide seja um descendente de símio pode ser completamente descartada, afirmando que se trata de uma criatura mais próxima dos humanos do que dos macacos. Ata viveu até os seis ou oito anos de idade, se alimentava, respirava e metabolizava, e um dos mistérios que ainda não puderam ser desvendados era o seu tamanho no momento do nascimento.

Fonte da imagem: Reprodução/Sirius Disclosure

O humanoide foi encontrado em outubro de 2003, envolto com roupas brancas, por homem chamado Oscar Muñoz enquanto buscava artefatos de importância histórica em uma igreja localizada em uma cidade fantasma do deserto do Atacama.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a idade do cadáver. As análises completas fazem parte de um documentário chamado Sirius.