Olha que notícia mais bizarra chegou da China! De acordo com Peter Farqhar, do site Business Insider, os membros de uma gangue formada por 14 senhoras — com idades variando entre os 50 e poucos e os 70 anos! — foram condenados a passar entre 2 e 11 anos na cadeia. Os crimes? Elas eram encarregadas de cobrar dinheiro de todo tipo de devedor e faziam isso com um “empenho” pra lá de assustador.

Gangue

Segundo Peter, a gangue atuava em Shangqiu, cidade situada na Província de Henan, e os integrantes seriam “aliciados” a partir de grupos de idosos que se reúnem para praticar dança de salão em praças públicas. O trabalho das senhorinhas consistia em abordar pessoas que não haviam honrado toda classe de pagamento — de despesas médicas a gastos com reformas residenciais — e cobrar suas dívidas.

Para tanto, as mulheres receberiam 100 Yuan por dia — o equivalente a cerca de R$ 100 diários — mais alimentação. Entretanto, parece que em alguns casos as senhoras se passaram um pouquinho no entusiasmo em desempenhar suas missões.

Além de serem acusadas de xingar, cuspir e ser verbalmente abusivas com os devedores, um dos alvos da gangue contou, por exemplo, que um grupo de cerca de 10 idosas acampou durante seis dias diante de sua casa e, nesse período, as mulheres não só cobraram a pessoa, como intimidaram seus familiares.

Outra vítima, um pobre homem que entrou para a lista negra das senhoras, disse que foi perseguido por um grupo de umas 30 mulheres — que arrancaram suas roupas e agarraram seus genitais. Pois, além de ter a infame dívida para pagar, o cara teve que arcar com custos médicos por conta dos ferimentos que sofreu durante o ataque das idosas.

De acordo com Peter, uma senhora que faz parte da “gangue” negou ter exibido qualquer comportamento agressivo com relação aos devedores e disse que decidiu se unir ao grupo por não ter nada melhor para fazer. Conforme mencionamos no início da matéria, as 14 mulheres processadas foram condenadas a penas que variam entre 2 e 11 anos de prisão por organizar e participar de atividades violentas e devem recorrer da decisão.