Na última semana, a polícia australiana dedicou-se a investigar um curioso caso que ocorreu em Sydney, quando um alemão invadiu um museu local para tirar selfies com dinossauros e explorar os diversos itens que estavam à disposição. As filmagens foram registradas através de câmeras de segurança do estabelecimento e amplamente divulgadas nas redes sociais, levando o fato a conhecimento público e fazendo-o ser conhecido com "Uma Noite no Museu" da vida real.

Segundo reportado no site oficial de Nova Gales do Sul, o jovem andava tranquilamente pelas diversas alas do museu, como se tivesse sendo guiado em um dia normal de visitação, divertindo-se com as atrações, especialmente com os dinossauros, em uma ronda de cerca de 40 minutos de duração que se iniciou por volta de 1 da madrugada do dia 10 de maio. Além dos registros fotográficos que o estudante alemão de 25 anos adicionou a sua galeria, foi visto que o rapaz também havia furtado um chapéu de caubói que pertencia a um dos membros do museu, já que estava guardado nos cabides, e um valioso item de arte.

"Intruso tira selfies com caveira de dinossauro e depois foge com chapéu de caubói e foto do museu de Sydney"

Em relação às enormes semelhanças com os eventos de "Uma Noite no Museu" em suas devidas proporções, já que o contexto ficcional claro do longa-metragem permanece no universo da fantasia, a polícia local parece não ter gostado muito de tal comparação, acreditando que poderia dar méritos ao invasor e o popularizar pelas causas erradas. "Não será um produtor de cinema batendo em sua porta. Será a polícia de Nova Gales do Sul batendo em sua porta", concluiu o inspetor-chefe Sean Heaney.

As filmagens claras e a movimentação sem quaisquer tipos de suspeitas do invasor pelo museu facilitaram as investigações, que em poucos dias já levaram o explorador a comparecer à Suprema Corte para julgamento. A mídia local também confirmou que o Museu Australiano de Sydney estava fechado para visitações desde agosto de 2019, quando começou a passar por reformas e, juntamente ao período de pandemia, precisou estender seu fechamento por mais uns meses.

Sob crime afiançável, o alemão foi condenado por furto e invasão de propriedade privada.