Como se encontrar um morto parcialmente preservado não fosse sinistro o suficiente, imagine descobrir uma porção de feitiços associados com a magia negra na mesma tumba! Pois, de acordo com Jennifer Newton, do portal Daily Mail, foi com esse sinistro cenário que um grupo de trabalhadores se deparou em um antigo cemitério na Tailândia.

Trabalhadores posam ao lado do morto

Segundo Jennifer, os trabalhadores estavam conduzindo escavações em um remoto cemitério situado em Mukdahan, cidade próxima à fronteira da Tailândia com o Laos, quando encontraram o cadáver. O mais curioso é que, apesar de o corpo (de um homem) ser bastante antigo, boa parte da pele foi encontrada preservada sobre os ossos, e é aqui que a coisa se torna horripilante...

Mandingas

O morto está coberto de tatuagens tribais realizadas com bambu, criadas enquanto o homem ainda se encontrava vivo, evidentemente. Pois entre as tattoos, foram descobertos um feitiço de magia negra que tinha como propósito evitar que qualquer coisa penetrasse a sua pele. O mais intrigante é que, diante do bom estado de preservação do órgão, os trabalhadores que encontraram o cadáver acreditam que as mandingas funcionaram.

Repare no tigre

A tatuagem do feitiço foi feita em sânscrito e traz a imagem de um tigre — como você acabou de ver acima — e, segundo os (supersticiosos) trabalhadores que descobriram o defunto, a magia teria evitado que a pele entrasse em decomposição e o corpo se desmanchasse. Ironicamente, a organização responsável pela recuperação do cadáver explicou que a mandinga pode ter sido a culpada pela morte do homem.

Pele se manteve intacta

De acordo com Jennifer, tudo parece indicar que o sujeito faleceu em decorrência de uma apendicite, e as autoridades suspeitam que a “pele impenetrável” evitou que uma cirurgia pudesse ser realizada. Conforme explicaram, é possível que, devido à resistência do órgão, os curandeiros não tenham conseguido fazer uma incisão para remover o apêndice — levando o homem a sofrer uma morte dolorosa, lenta e agonizante.

Trabalhadores supersticiosos acreditam que mandinga evitou que a pele entrasse em decomposição

* O cemitério que figura na imagem que abre esta matéria não corresponde ao local onde o cadáver foi exumado.