Quando estava grávida de seu primeiro filho, a inglesa Chloe Hedges, de Essex, na Inglaterra, foi avisada de que seu bebê era portador de gastrosquise, uma má-formação caracterizada pela presença de uma abertura na região abdominal, podendo provocar a extrusão dos órgãos do local.

A descoberta da condição se deu durante a 10ª semana da gestação, e o parto ocorreu na 34ª semana de gravidez, por cesariana. Como os médicos haviam previsto, o pequeno Frankie Benyard nasceu com o intestino inteiro para fora. Logo após o parto, o bebê teve seus órgãos envoltos em um material plástico e foi encaminhado a uma cirurgia emergencial de alto risco.

Inicialmente, o corpo do recém-nascido rejeitou o próprio intestino depois da cirurgia, e o bebê precisou ficar com o órgão para fora por mais um tempo. Foram necessários mais cinco procedimentos cirúrgicos até que o pequeno Frankie finalmente tivesse o abdome fechado. Segundo Chloe, o médico que cuidou de seu filho disse que aquele caso de gastrosquise era o mais grave que já tinha visto. Alerta: as imagens abaixo podem ser consideradas fortes demais para algumas pessoas.

Superação

Em declaração publicada no Express, Chloe disse que o filho era muito pequeno quando nasceu e que o fato de ter ficado com o intestino para fora foi realmente assustador. “Nós achamos que iríamos perdê-lo”, disse ela, acrescentando que a sobrevivência do filho, agora com 6 meses de idade, foi um milagre.

“Definitivamente, ele é um pequeno lutador, e eu acho que ele fica mais forte a cada dia”, comemorou a mãe. Ao todo, Frankie já passou por nove procedimentos cirúrgicos e seis transfusões de sangue. Atualmente, o bebê está com uma bolsa de colostomia e já tem outra cirurgia agendada – depois desse procedimento, não precisará mais usar a bolsa.

Desde que voltou para casa, em janeiro deste ano, Frankie começou a ganhar peso e a se adaptar, finalmente, ao convívio familiar. Sua saúde ainda é delicada, e ele precisa de um leite específico, que só é comprado com receituário médico. Ainda assim, não há dúvidas: o pequeno é realmente um milagre em pessoa, e estar em casa com a família é a melhor coisa que poderia ter acontecido a ele desde sua recuperação.

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