O Triângulo das Bermudas é uma área do oceano Atlântico que fica entre Porto Rico, a Flórida e o arquipélago das Bermudas que se tornou famosa por ser o ponto onde mais de 100 aviões e navios simplesmente desapareceram sem deixar rastros. A maior parte dos relatos passou a surgir após a Segunda Guerra Mundial, quando cinco aviões da Marinha americana sumiram sem dar nenhum sinal.

Mas os relatos de desaparecimentos do também chamado “triângulo do Diabo” vêm de muito antes do pós-guerra. Em 1840, um navio francês foi encontrado completamente vazio, sem nenhum sinal de sua tripulação. Muito antes disso, um navegador de Cristóvão Colombo havia descrito no diário de bordo o medo que tinha da região, devido a acontecimentos inexplicáveis.

Isso tudo abriu brecha para as mais variadas teorias a respeito do Triângulo das Bermudas: assombrações, alienígenas e até mesmo a de que a região produz metano em tamanha quantidade que produziria explosões ao chegar à superfície, assim como afetaria a capacidade de flutuação de um navio, fazendo com que embarcações afundassem e aviões, caíssem.

Uma zona de tempestades

Agora, os cientistas da Universidade de Southampton estruturaram uma nova teoria, com base em testes realizados em laboratórios. De acordo com eles, o principal motivo dos acidentes são ondas muito grandes e violentas geradas a partir de diversas tempestades que ocorrem naquela região específica.

Eles construíram um modelo de navio igual ao USS Cyclops, um dos desaparecidos, e simularam ondas de mais de 30 metros. De acordo com os cientistas, a área do Triângulo é capaz de sofrer com três tempestades bastante violentas, se chocando uma contra a outra, ao mesmo tempo, o que causaria ondas dessa altura. Uma tempestade que gerasse uma onda de 30 metros conseguiria partir um navio como o Cyclops em dois, e uma de 15 metros não teria nenhuma dificuldade em afundá-lo.

Aparentemente, é melhor evitar navegar/sobrevoar o Triângulo das Bermudas. Ninguém vai querer ser pego em uma tempestade dessas, não é?

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