1 – Dieta da bebida “mágica”

A dieta criada da década de 70 pelo dr. Roger Linn conhecida como dieta Prolinn, ou “Last Chance Diet” — em tradução livre: “Dieta da Última Chance” —, consistia em limitar a alimentação a um líquido criado por ele, chamado Prolinn. A bebida “mágica” era composta por partes de animais, como chifres, cascos, tendões, ossos, peles e outras, vindas de matadouros.

O gosto dessa mistura não devia ser dos melhores, por isso era disfarçado com sabores artificiais. A quantidade de calorias presentes no Prolinn era muito baixa — apenas 400 —, porém a de nutrientes também. Não é à toa que pelo menos 58 pessoas que aderiram ao regime sofreram ataques cardíacos, então acho melhor não tentar.

 2 – Não coma. Cheire!

Essa dieta pode parecer estranha, mas a eficácia é comprovada. Nela, basta você cheirar maçã, banana ou hortelã. Este pequeno “truque” foi utilizado pelo dr. Alan R. Hirchm, da Smell & Taste Treatment Research Foundation, de Chicago.

O teste realizado com 3 mil voluntários comprovou que quanto mais eles cheiravam esses alimentos, menos eles ficavam com fome e mais perdiam peso, pois cada “cafungada” fazia com que o cérebro de cada um “acreditasse” que eles estavam realmente comendo.

 3 – Vivendo de vento

Essa sim é uma maneira radical de emagrecer. Os praticantes do Respiratorianismo, ou Inedia, afirmam que conseguem sobreviver sem consumir nenhum tipo de alimento, nem beber água, e que as fontes de sustento para o corpo seriam supostamente ar e luz solar — numa espécie de fotossíntese. A prática tem certa relação com a força vital do hinduísmo, denominada prana.

Uma das responsáveis pela popularização deste conceito é a australiana Ellen Greve, que mudou seu nome para Jasmuheen. Ela já escreveu mais de 30 livros, além de realizar palestras e workshops sobre o assunto. No programa para iniciantes, ela orienta que a busca pelo estado de prana seja gradativo, começando pelo vegetariano e evoluindo até não precisar de mais nada além de ar e luz do sol.

Na década de 90, Ellen foi desafiada pelo programa 60 minutes a demonstrar como era possível sobreviver de tal forma. Após aceitar e começar a ser gravada, passaram-se 48 horas até que ela apresentasse sinais de desidratação, estresse e pressão alta. Ela tentou se defender dizendo que a culpa era da poluição, e então a levaram até uma área montanhosa, mas a cena se repetiu.

Além dessa falha na demonstração, existem registros de pessoas que morreram tentando “viver de ar”, então não faça isso em casa.

4 – Dieta da banana

Essa dieta foi desenvolvida em 2008 pelo dr. Hitoshi Watanabe, no Japão. Basta ingerir o número máximo de bananas que conseguir — proporcional à quantidade de peso que procura perder — no café da manhã, acompanhadas de água morna ou chá, e pronto. Sua saciedade durará por mais tempo.

Isso porque, além de a banana ajudar no processo digestivo, quando a água se junta às fibras dela, é formada uma espécie de gel que fica por mais tempo no estômago, o que explica a sensação de saciedade.

5 – Dieta dos óculos azuis

Essa espécie de dieta, apesar de bizarra, tem um fundamento científico muito interessante. Estudos na área de psicologia das cores relacionam cores como o vermelho e o amarelo com o aumento do apetite. Por esse motivo, podemos perceber facilmente em fast-foodsa utilização das duas colorações em todos os ambientes.

Já a cor azul diminui o apetite. Pensando nisso, a companhia japonesa Yumetai criou um par de óculos com lentes azuladas para que as pessoas sentissem menos vontade de comer.