O sexo é um dos temas preferidos de muita gente, por isso muitos de você já devem ter tentado imaginar se é possível praticá-lo no espaço. Se você afirmar categoricamente que é possível, então primeiro precisa saber que o corpo humano sofre algumas alterações com a ausência da gravidade.

Para começo de conversa, ela é muito importante para a ereção do homem: o fluxo sanguíneo chega às extremidades do pênis, deixando-o pronto para a ação, com o auxílio da gravidade. No espaço, o risco de uma impotência ou de uma ereção “meia-bomba” é maior.

Mas não pense que só o homem teria problemas para a prática sexual no espaço: a falta de gravidade também afetaria a lubrificação íntima feminina, já que ela se concentraria no local exato da secreção, tal como acontece com o suor e as lágrimas. Isso atrapalharia bastante o sexo, gerando desconforto para ambos os lados.

Atriz pornô Coco Brown em treinamento com microgravidade

A pior parte

Agora, a parte da ereção é um pequeno problema, mas não gigante, já que alguns astronautas deram a entender que já se masturbaram no espaço. A falta de lubrificação também poderia ser contornada com um gelzinho íntimo. A maior dificuldade mesmo seria o ato sexual em si.

Acontece que cada vez que rolasse um movimento pélvico, a outra pessoa poderia ser arremessada para bem longe. Desconfortável, hein? Além disso, a Nasa não desenvolveu nenhum experimento específico relacionado a sexo espacial – ou manteve isso em segredo –, diferente de algumas produtoras de vídeos pornôs, que já filmaram em situações de microgravidade, o que foi o mais próximo que os seres humanos chegaram de fazer sexo no espaço.

Site Pornhub buscou financiamento coletivo para conseguir filmar no espaço

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