Todo mundo sabe que até hoje existe muita gente que duvida que o homem — ou, no caso, astronautas norte-americanos — realmente chegou a ir e pisar na Lua, certo? Pois os russos anunciaram que devem enviar cosmonautas ao satélite dentro de alguns anos e, durante a missão, uma das tarefas será a de “verificar” se turminha da NASA realmente pôs os pés por lá e tirar essa história a limpo de uma vez por todas.

Teoria da conspiração

Essa história de que os norte-americanos jamais foram à Lua de verdade é uma das teorias da conspiração mais populares que circulam por aí e, segundo seus defensores, o pouso histórico de Buzz Aldrin e Neil Armstrong em 1969 jamais aconteceu. Tudo não teria passado de uma tramoia criada pela NASA em conjunto com o Governo dos EUA — e as imagens que foram (e ainda são) vistas por milhões de pessoas de todo o mundo teriam sido capturadas em um estúdio de cinema.

Homem na Luas(The Verge)

Ademais, conforme defendem os conspiradores, a farsa teria sido criada em resposta aos russos terem saído na frente na corrida espacial ao enviar o primeiro humano ao espaço — Yuri Gagarin, em abril de 1962 —, e o icônico cineasta Stanley Kubrick foi quem teria ficado responsável por criar as cenas que foram apresentadas ao público global como prova de que os astronautas norte-americanos viajaram à Lua.

Verificando afirmações

Enfim, o fato é que na década de 70, os russos acabaram aposentando o programa espacial focado em enviar cosmonautas ao satélite e, desde 1972 (quando aconteceu a missão Apollo 17), nenhum terráqueo voltou a pôr os pés por lá. Mas a Roscosmos, agência espacial russa, revelou que, em algum momento do início de dos anos 2030, deve uma missão tripulada até o satélite, viagem que terá 2 semanas de duração.

E Dmitry Rogozin, atual diretor-geral da Roscosmos, revelou que, entre todas as atividades que estão sendo programadas para os cosmonautas, a agência espacial já incluiu a verificação de se os norte-americanos realmente perambularam pela Lua. A declaração aconteceu durante um encontro entre Rogozin e Igor Dodon, presidente da Moldávia, e, embora tenha tido um ligeiro tom de brincadeira, certamente serviu para dar força à famosa teoria da conspiração.

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