Você acha o mercado imobiliário brasileiro complicado? Espere até ver a vizinhança de Peak, em Hong Kong. Uma das regiões mais caras do mundo para se adquirir um imóvel, a colina Victoria Peak vem reunindo milionários de toda estirpe e contribuindo fortemente para que a localidade acumule recordes como o de cidade com maior número de ultrarricos do mundo e mercado imobiliário mais impeditivo do planeta.

Agora, vai entrar para esta lista também a conquista de ter a propriedade mais cara de Hong Kong, da China, de toda a Ásia e todo o mundo, dependendo do preço que os corretores de imóveis conseguirem emplacar por metro quadrado.

A casa está anunciada por US$ 446 milhões desde abril deste ano, o que é surpreendente considerando que ela tem apenas 700 metros quadrados — sim, bem maior do que a média da maioria das casas, mas pequena se considerarmos o precinho. De atrativos, a residência tem quatro quartos, quatro banheiros, um lavabo, uma piscina redonda não muito grande e, claro, um endereço nobre.

Na parte de dentro da mansão, paredes com pinturas simples de branco e piso de madeira compõem os ambientes, além de uma única sala com papel de parede e outra com uma parede toda decorada com elementos não exatamente atrativos visualmente.

Construída em 1991, a casa é vendida já com os móveis: uma cozinha modulada, alguns eletrodomésticos, sofás e mesas com cadeiras.

O grande diferencial da mansão, na verdade, é sua vista, já que as janelas de vários cômodos permitem uma boa olhada sobre todo o verde que cerca a propriedade e também a cidade iluminada ao fundo. Entre isso e a decoração de gosto duvidoso, será que ela vale os US$ 446 milhões  mais de R$ 1 bilhão  que estão sendo pedidos? Aí já é outra história!

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