Uma pequena ilha no extremo norte da Europa vem ganhando a simpatia de muitas pessoas nos últimos anos. Um pouco pelo seriado "Vikings", por suas tradições e também por causa da sua seleção de futebol, uma das sensações da última Copa do Mundo da modalidade, realizada na Rússia em julho deste ano. Por esse e outros motivos, a Islândia é um país que chama cada vez mais a atenção.

Em diversas competições esportivas, as comemorações eufóricas e coordenadas do Skol garantiram o apoio e a admiração de muitas pessoas. O que talvez poucas pessoas saibam, no entanto, é a dimensão do país. Com uma extensão territorial de 103 mil metros quadrados, a Islândia é maior que apenas 9 estados brasileiros. A população é estimada em torno de 330 mil pessoas, menos que 79 cidades da nossa nação. Por aí, já conseguimos ter uma noção do quanto o país é pequeno.

Na outra mão, a cultura é bastante rica. A região foi descoberta em 874 e passou por algumas mudanças desde então. Foi estado livre, depois pertenceu ao reino sueco-dinamarquês e voltou à liberdade séculos depois. Com o tempo e a modernização, alguns aspectos históricos foram perdidos, mas vários traços se mantêm muito fortes, como a própria ligação com a história viking.

Como a Islândia é um país frio e úmido, a construção de casas precisa ser adaptada para garantir que os seus moradores não sofram nos rigorosos invernos. No início, os abrigos eram construídos à base de árvores com uma cobertura da vegetação disponível. Posteriormente, adaptações precisaram ser feitas, e um novo modelo surgiu, já no século XVIII. Com uma base de madeira, paredes mais grossas foram erguidas com rochas, para não permitir que as baixas temperaturas adentrassem os lares, e uma cobertura feita com grama, de uma forma orgânica e funcional.

No pequeno vilarejo de Hof, uma pequena igreja ainda existe, passando de geração em geração e sobrevivendo às mudanças contemporâneas. A capela dedicada a São Clemente se chama Hofskirkja, e sua construção data de 1884; os responsáveis pela obra foram Páll Pálsson e Þorsteinn Gissurarson. Trata-se de uma das seis igrejas islandesas que permanecem inteiras; todas são consideradas monumentos históricos, por isso contam com a preservação garantida pelo governo.

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